sábado, 2 de julho de 2016
PROJETO FOLCLORE PARA EDUCAÇÃO INFANTIL
PROJETO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL - CRECHE
FAIXA ETÁRIA 1 A 4 ANOS
1. IDENTIFICAÇÃO DA PROPOSTA
Temática - Folclore brasileiro: conhecer, vivenciar e valorizar nossa cultura
Nível de Ensino - Educação Infantil - Nível V
Áreas envolvidas - Cultura, Linguagem, Matemática, Artes e Movimento
Período de Execução - 05 dias
2. JUSTIFICATIVA
Folclore pode ser entendido como um conjunto de tradições, conhecimentos, crenças populares, lendas, provérbios, brinquedos, artesanatos, comidas, músicas, enfim, tudo que compõe a memória de um povo por gerações. Sendo assim, ele expressa o jeito especial de cada povo para compreender os acontecimentos do cotidiano.
Reconhecer a importância cultural do folclore, sobretudo, o folclore brasileiro, é fundamental para preservação do patrimônio cultural da nossa gente, visto que representa a forma particular que temos de entender o que acontece. Nesse sentido, a escola ao proporcionar ao aluno o contato com esse patrimônio, os tornará conhecedor, criador e ou divulgador da cultura popular, o que vem contribuir para o fortalecimento da nossa memória cultural.
Nessa perspectiva, realizar um trabalho sobre algumas manifestações culturais brasileiras, fundamentalmente, justifica-se pela busca da valorização das nossas tradições e pêlo desejo de que elas permaneçam no imaginário popular por muitas gerações.
3. OBJETIVOS
3.1 Objetivo Geral: Reconhecer a importância cultural do folclore brasileiro;
3.2 Objetivos Específicos:
Valorizar os textos folclóricos considerando-os como patrimônio que merece ser preservado;
Utilizar a leitura e a escrita, explorando a riqueza dos textos do nosso folclore;
Trabalhar com a escrita numérica e resolução de problemas;
Exercitar a fantasia, a imaginação e o corpo através da leitura de histórias, músicas e brincadeiras;
Desenvolver o gosto por algumas formas de expressão artística, tais como: a música, a dança, o desenho e a pintura.
4. CONTEÚDOS
O que é Folclore?
Parlendas;
Trava-línguas;
Adivinhas;
Cantigas de roda;
Brincadeiras tradicionais;
Lendas: Saci-pererê, Curupira, Iara e Lobisomem;
5. METODOLOGIAS
Roda de conversas;
Roda de histórias;
Leitura e Interpretação oral e/ou escrita de textos;
Escrita de letras, palavras e números;
Resolução de problemas;
Leitura de imagens;
Dramatização;
Músicas;
Dança;
Pintura;
Desenho;
Brincadeiras.
6. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
1º DIA
TEMAS: O QUE É FOLCLORE? O QUE SÃO PARLENDAS?
1º momento
Roda de conversas sobre o que é folclore?
Breve relato sobre o que são Parlendas;
Exploração de cartaz com a parlenda do Macaco (macaco foi à feira...);
Atividade na folha: interpretação da parlenda oralmente e por escrito.
2º momento
Exploração de cartaz com a parlenda dos Números (um, dois, feijão com arroz...);
Ler a parlenda sem falar os Números; ler mostrando os números com os dedos;
Atividade na folha: trocar o número pela palavra e completar a parlenda;
Extraclasse: completar a parlenda: cadê o toucinho? (substituindo desenhos por palavras).
2º DIA
TEMAS: TRAVA- LÍNGUAS E LENDAS
1º momento
Relato sobre trava-línguas;
Exploração de cartaz com a música, trava-línguas, de Patati e Patatá;
Brincar de repetir trava-línguas (recompensa para os que conseguirem repetir corretamente);
Atividade na folha: ler e completar os trava-línguas substituindo os desenhos por palavras.
2º momento
Explanação sobre lendas do folclore brasileiro;
Questionamentos sobre o conhecimento de alguns personagens do nosso folclore;
Roda de historia: com a leitura e interpretação oral da lenda da Iara;
Atividade na folha: pintura da Iara com lápis de cor e colagem de elementos da natureza em volta da Iara;
Extraclasse: completar o trava-língua substituindo desenhos por palavras.
3º DIA
TEMAS DO DIA: ADIVINHAS E LENDAS
1º momento
Relato sobre adivinhas;
Brincar de O que é? O que é? (recompensa para quem responder corretamente);
Atividade na folha: ligar cada adivinha à figura que é sua resposta; escrever a primeira letra de cada resposta (explorando as vogais).
2º momento
Roda de história: com leitura e interpretação oral da Lenda do Curupira;
Discutir sobre a necessidade de preservar as matas e os animais;
Atividade na folha: responder uma adivinha sobre o Curupira e colorir a representação de sua imagem;
Extraclasse: responder adivinhas desenhando as resposta.
4º DIA
TEMA DO DIA: LENDAS
1º momento
Roda de história: com leitura e exploração oral sobre a lenda do Lobisomem;
Atividade na folha: fazer uma leitura de imagem para encontrar o lobisomem, escrever em cada círculo a letra inicial dos nomes dos desenhos que aparecem na imagem; escrever o nome de cada figura e colorir a cena;
2º momento
Roda de história: com leitura e exploração oral da lenda do Saci-Pererê;
Atividade na folha: leitura de imagem para encontrar os materiais escolares que o Saci escondeu no sítio;
Atividade na folha: colorir o Saci pererê;
Brincar de corrida do Saci: pular de uma perna só até o local marcado (recompensa aos vencedores).
Extraclasse: escrever os nomes de dois personagens do folclore.
5º DIA
TEMAS DO DIA: CANTIGAS DE RODA E BRINCADEIRAS TRADICIONAIS
1º momento
Fazer uma explanação sobre Cantigas de Roda;
Convidar os alunos a formar uma grande roda para cantar e dançar algumas cantigas de roda que eles conhecem: Caranguejo, Boi da cara preta, Terezinha de Jesus, Ciranda cirandinha;
Cantar para os alunos a cantiga de roda: A linda Rosa juvenil;
Cantar com os alunos a canção;
Caracterizar as crianças e propor uma dramatização com os personagens da cantiga (Rosa, Bruxa, Mato, Tempo e Rei);
Apresentar a dramatização no pátio, para as demais turmas da escola e fotografar a apresentação.
2º momento
Questionar os alunos em relação as suas brincadeiras favoritas;
Fazer um relato sobre alguns brinquedos e brincadeiras que existe já a muitas gerações (pião, peteca, ioiô, corda, boneca, entre outras);
Atividade na folha: ler para e com os alunos versinhos sobre alguns tipos de brincadeiras e pedir para que eles destaquem na atividade a suas brincadeiras favoritas;
Brincar com os alunos várias brincadeiras: Pula corda, Amarelinha, Corrida do saco, Passa corda, Dança da cadeira, entre outras;
Coletar as impressões dos alunos sobre a temática e as atividades desenvolvidas na semana;
7. RECURSOS
Papéis diversificados;
Impressora;
Lápis de cor;
Cartazes;
Cola;
Tesoura;
Textos folclóricos;
Lápis hidrocor;
Cordas;
Sacos plásticos;
Pirulitos e balas;
Microfone;
Caixa de som;
Aparelho de som;
CDs, entre outros.
8. AVALIAÇÃO
Observar o envolvimento e a participação dos alunos nas atividades que serão propostas;
Coletar as impressões dos alunos sobre a temática estudada e registrá-las num pequeno relatório;
Registrar as atividades desenvolvidas em fotografias. .
9. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
PARREIRA, Glaucia. Alfabetização Lúdica – Folclore. Vol. 4. Ciranda Cultural.
Obervação: a maioria das atividades desenvolvidas (na folha) pode ser encontrada na bibliografia de referência acima.
sábado, 18 de agosto de 2012
terça-feira, 19 de junho de 2012
O ACOLHIMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ADAPTAÇÃO
Diretores, coordenadores pedagógicos e educadores sua escola tem um projeto cuidadosamente elaborado para melhor acolher as crianças no início do ano letivo? Como o período de acolhimento e adaptação acontece na sua escola? Qual a importância em amenizar a ansiedade das crianças e famílias nos primeiros dias de convivência?
Para muitos adultos, a lembrança dos primeiros dias de escola faz parte, para sempre de recordações pouco agradáveis, é o que consideram alguns psicólogos. Esse período pode gerar stresse nas crianças, famílias e profissionais da educação.
È comum neste período algumas crianças chorarem, afinal, um ambiente totalmente novo pode causar insegurança, desconforto e até mesmo rejeição. Como atender com atenção e carinho as crianças que demonstram tais sentimentos? Se recebermos todas as crianças de uma só vez é possível dar atenção a quem está chorando sem "descuidar" do restante da turma? São estes cuidados que merecem toda atenção dos educadores para que se inicie uma relação de convivência mais saudável, feliz e promissora.
As famílias também ficam na expectativa para ver como sua criança irá reagir diante ao contato com alguém "desconhecido". Quando percebem que os educadores não querem disputar ou roubar-lhes o seu lugar e sim apenas, contribuir na educação da criança em outro ambiente ( o escolar) o sentimento de parceria toma o lugar da insegurança.
Segundo Cisele Ortiz qual a relação que existe entre adaptação e acolhimento?
As famílias também ficam na expectativa para ver como sua criança irá reagir diante ao contato com alguém "desconhecido". Quando percebem que os educadores não querem disputar ou roubar-lhes o seu lugar e sim apenas, contribuir na educação da criança em outro ambiente ( o escolar) o sentimento de parceria toma o lugar da insegurança.
Segundo Cisele Ortiz qual a relação que existe entre adaptação e acolhimento?
A adaptação pode ser entendida como o esforço que a criança realiza para ficar, e bem, no espaço coletivo, povoado de pessoas grandes e pequenas desconhecidas diferentes daqueles do espaço doméstico a que ela está acostumada. Há de fato um grande esforço por parte da criança que chega e que está conhecendo o ambiente da instituição, mas ao contrário do que o termo sugere não depende exclusivamente dela adaptar-se ou não à nova situação. “Depende também da forma como é acolhida.”
“A qualidade do acolhimento é que garantirá a qualidade da adaptação, portanto não se trata de uma opção pessoal, mas de compreender que há um interjogo de movimentos tanto da criança como da instituição dentro de um mesmo processo.”
Cada instituição (Creche-CEI, EMEI e EMEF) deve levar em consideração o período de permanência que a criança fica diariamente na escola para organizar o calendário do acolhimento e mais importante ainda a especificidade de cada faixa etária. Para as famílias com crianças de 0 a 3 anos de idade a ansiedade é ainda maior. Boas iniciativas desde os primeiros momentos que a criança chega a instituição é essencial para processo de adaptação dos bebês.
Deixar que eles tragam seu bichinho ou seu objeto de apego colabora bastante para diminuir o estranhamento a um ambiente diferente do familiar.
Os cantos de atividades diversificadas é uma das modalidades oraganizativas do brincar bastante interessante para este período, podendo se organizado para receber as crianças, assim, quando elas chegam algo legal e convidativo está a sua espera.
domingo, 13 de novembro de 2011
SONHO REALIZADO FINALMENTE FORMADA pedagoga
Por mais árdua que seja a luta, por mais distante que um ideal se apresente, por mais difícil que seja a caminhada, existe sempre uma maneira de vencer: A Nossa Fé."
O sucesso é daqueles que batalham, e com toda certeza você é um dos merecedores desse sucesso.
Acreditar que este dia chegaria me esforcei e busquei a cada dia o seu sonho. Por meus próprios méritos venci, e hoje os aplausos são todos para mim! Parabéns, Formanda!
Que a alegria da formatura hoje, fique para sempre em mim, para que a felicidade também contagie aqueles que da sua profissão se beneficiarem. Meus parabéns!
O talento, a força de vontade e a persistência trouxeram você até aqui. Parabéns! Esperamos que esta vitória seja o início de muitas outras conquistas.
Pessoas grandes são aquelas que lutam por ideais, e hoje nesta formatura você prova ser parte dessas pessoas. Parabéns pela formatura!
A sua conquista vai impulsionar outras buscas e abrir novos horizontes, sempre apontando para um futuro muito luminoso. Parabéns e muito sucesso!
O que você alcançou hoje é uma pequena parte do que você ainda pode conquistar com o seu talento. Parabéns!
domingo, 30 de outubro de 2011
O Hallowen o dia das bruxas a origem
O Hallowen é uma festa comemorativa celebrada todo ano no dia 31 de outubro, véspera do dia de Todos os Santos. Ela é realizada em grande parte dos países ocidentais, porém é mais representativa nos Estados Unidos. Neste país, levada pelos imigrantes irlandeses, ela chegou em meados do século XIX.
História do Dia das Bruxas
A história desta data comemorativa tem mais de 2500 anos. Surgiu entre o povo celta, que acreditavam que no último dia do verão (31 de outubro), os espíritos saiam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos. Para assustar estes fantasmas, os celtas colocavam, nas casas, objetos assustadores como, por exemplo, caveiras, ossos decorados, abóboras enfeitadas entre outros.
Por ser uma festa pagã foi condenada na Europa durante a Idade Média, quando passou a ser chamada de Dia das Bruxas. Aqueles que comemoravam esta data eram perseguidos e condenados à fogueira pela Inquisição.
Com o objetivo de diminuir as influências pagãs na Europa Medieval, a Igreja cristianizou a festa, criando o Dia de Finados (2 de novembro).
Símbolos e Tradições
Esta festa, por estar relacionada em sua origem à morte, resgata elementos e figuras assustadoras. São símbolos comuns desta festa: fantasmas, bruxas, zumbis, caveiras, monstros, gatos negros e até personagens como Drácula e Frankestein.
As crianças também participam desta festa. Com a ajuda dos pais, usam fantasias assustadoras e partem de porta em porta na vizinhança, onde soltam a frase “doçura ou travessura”. Felizes, terminam a noite do 31 de outubro, com sacos cheios de guloseimas, balas, chocolates e doces.
Halloween no Brasil
No Brasil a comemoração desta data é recente. Chegou ao nosso país através da grande influência da cultura americana, principalmente vinda pela televisão. Os cursos de língua inglesa também colaboram para a propagação da festa em território nacional, pois valorização e comemoram esta data com seus alunos: uma forma de vivenciar com os estudantes a cultura norte-americana.
Muitos brasileiros defendem que a data nada tem a ver com nossa cultura e, portanto, deveria ser deixada de lado. Argumentam que o Brasil tem um rico folclore que deveria ser mais valorizado.
A história desta data comemorativa tem mais de 2500 anos. Surgiu entre o povo celta, que acreditavam que no último dia do verão (31 de outubro), os espíritos saiam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos. Para assustar estes fantasmas, os celtas colocavam, nas casas, objetos assustadores como, por exemplo, caveiras, ossos decorados, abóboras enfeitadas entre outros.
Por ser uma festa pagã foi condenada na Europa durante a Idade Média, quando passou a ser chamada de Dia das Bruxas. Aqueles que comemoravam esta data eram perseguidos e condenados à fogueira pela Inquisição.
Com o objetivo de diminuir as influências pagãs na Europa Medieval, a Igreja cristianizou a festa, criando o Dia de Finados (2 de novembro).
Símbolos e Tradições
Esta festa, por estar relacionada em sua origem à morte, resgata elementos e figuras assustadoras. São símbolos comuns desta festa: fantasmas, bruxas, zumbis, caveiras, monstros, gatos negros e até personagens como Drácula e Frankestein.
As crianças também participam desta festa. Com a ajuda dos pais, usam fantasias assustadoras e partem de porta em porta na vizinhança, onde soltam a frase “doçura ou travessura”. Felizes, terminam a noite do 31 de outubro, com sacos cheios de guloseimas, balas, chocolates e doces.
Halloween no Brasil
No Brasil a comemoração desta data é recente. Chegou ao nosso país através da grande influência da cultura americana, principalmente vinda pela televisão. Os cursos de língua inglesa também colaboram para a propagação da festa em território nacional, pois valorização e comemoram esta data com seus alunos: uma forma de vivenciar com os estudantes a cultura norte-americana.
Muitos brasileiros defendem que a data nada tem a ver com nossa cultura e, portanto, deveria ser deixada de lado. Argumentam que o Brasil tem um rico folclore que deveria ser mais valorizado.
Para tanto, foi criado pelo governo, em 2005, o Dia do Saci (comemorado também em 31 de outubro).
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